Feijão com Nutella
é tudo mentira!

Sexo vizinhal

Justiça condena casal por sexo barulhento que incomodava vizinhos

 

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Gravações de áudio “enérgeticas” de um casal fazendo sexo foram usadas para os vizinhos incomodados convencerem a Justiça que tinham razão em reclamar (mas, gente! Que coisa mais feia ficar gravando este tipo de coisa, não? os vizinhos não podem processá-los por invasão de privacidade?). Os magistrados de Sunderland, na Inglaterra, ouviram as gravações com sons de Caroline e Steve Cartwright (acredito piamente que não sejam os dois da foto, pois eles realmente não tem cara de quem faz sexo selvagem) para então multá-los em cerca de R$ 650 por perturbar a ordem (mas eles não estavam na casa deles? Não podem nem fazer as coisas que espera-se que um casal faça?) (o casal ainda terá de pagar mais R$ 970 com as despesas de processo (ou seja, o processo custa mais que a multa)).


Caroline, a mais barulhenta
(hahahahahaha! Coitada! Ela pode ter um problema no hímen, vai saber!), foi considerada culpada por descumprir uma notificação enviada após a polícia local receber 25 reclamações sobre suas “maratonas” sexuais com o marido (calma… ela não podia mais fazer sexo com o marido, é isso? Ou teria de fazer uma cirurgia para arrancar as cordas vocais?). A mulher de 47 anos deve ainda receber uma ordem de comportamento anti-social (Asbo, na sigla em inglês, Asno, em português), com proibições que ainda serão definidas pela Justiça (mas ela gritar durante o sexo a caracteriza como anti-social?).


Quando as reclamações começaram, uma organização de saúde ambiental colocou um equipamento de gravação no apartamento vizinho ao do casal. Rachel O’Connor, a vizinha
mal-comida, apertava um botão para realizar gravações sempre que se sentia incomodada pelo barulho, já que a vizinha é sexualmente ativa e ela não. (essa vizinha, ao invés de procurar pornô na Internet, preferiu se divertir às custas dos vizinhos.. ela que deveria ser presa!)

 

“Eu ouvia barulhos sexuais muito altos. Havia muitos gemidos e gritos, como se alguém estivesse sentindo dor (e poderia ser, não? Vai saber, coitada…). Não era apenas da mulher, mas dos dois”, contou à publicação “The Sun”. Quando Rachel se mudou para o local, em novembro de 2007, ela costumava ouvir o barulho por volta das 3h. Depois, afirmou, a “prática” foi transferida para as 6h30 (melhor, vai? Nem precisa de despertador), podendo durar até 9h (opa! O cara é bom, hein? Por isso que atraíram tanta inveja)

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