Feijão com Nutella
é tudo mentira!

Bomba de gás

Americano é acusado de ‘atacar’ policial com gás de pum

 

 

 

Jose A. Cruz, de 34 anos e morador de Clarksburg, nos Estados Unidos (que nome e cara de americano, não?? Impressionante), está sendo acusado pela polícia de lançar intencionalmente seus gases intestinais na direção de um policial de West Virginia (hahahahahaha! Adorei! Acho que ele se inspirou no sucesso deste cara aqui).


Na terça-feira (23), ele foi parado por dirigir com os faróis apagados. Segundo a polícia, ele estava cheirando álcool
(calma… é álcool ou são gases?), falava enrolado (ele podia ter algum problema de fala. É proibido?) e foi reprovado em três testes de sobriedade (assim que eu acho justo, 3 testes. O melhor de 3, ganha). De acordo com reportagem do “Washington Post”, Jose acabou algemado e levado ao distrito policial para o teste do bafômetro.


Enquanto o patrulheiro
(adoro esta palavra) T.E. Parsons preparava o equipamento, Cruz moveu a cadeira em sua direção, ergueu a perna e “soltou um pum barulhento”, segundo o boletim de ocorrência (amei! MUITO espírito de porco! E, ainda por cima, não usa os geniais filtros para gases). Não contente, o acusado ainda teria soprado o mau-cheiro na direção do guarda (estou rolando de rir imaginando a cena).


“O gás era muito fedido, e foi entendido como insulto ou provocação contra o policial Parsons”, diz a queixa
(mas por quê? Ele pode ter problemas intestinais, uai. Pra alguns, puns são forma de vida, pra outros, armas mortíferas! Como o ser humano é complicado…). O flatulento também foi enquadrado por dirigir embriagado e com os faróis apagados, além de duas acusações de obstrução da Justiça, por meio de gás de efeito moral.


Cruz admite ter soltado a “bomba”
(a linguagem formal me encanta), mas diz que não moveu a cadeira na direção do policial nem apontou a “arma” para ele. Ele alega que, quando foi levado à delegacia, estava passando por uma indisposição estomacal (foi o que nós suspeitávamos…). Ele teria pedido para ir ao banheiro, mas não foi atendido. “Eu não agüentava segurar mais”, disse.


Ele também negou que estivesse dirigindo bêbado ou dificultando o trabalho da polícia. Cruz declarou que os policiais acharam o incidente do pum engraçado, e até riram com ele na hora. 

 

“Isso é ridículo”, disse o suspeito. “Por causa disso posso acabar passando um tempo na cadeia.” (é… ataques com uso de gases tóxicos podem ser perigosos mesmo)

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