Feijão com Nutella
é tudo mentira!

E lá vêm as leis bizarras de novo

Lei inglesa permite que grávida urine no capacete de um policial

 

É proibido usar armadura durante as sessões do Parlamento. (é, seria meio estranho mesmo, mas não nego que seria um tanto quanto divertido) Mais sério ainda é morrer lá dentro, sob pena de ser preso (depois da morte? Fenomenal!!! Será que o Parlamento fica nesta ilha?). Já uma mulher grávida pode urinar no capacete de um policial (écati! E no capacete do senhor bombeiro? Calma… na nossa outra reportagem vimos que isso era na Escócia… A Escócia faz parte do Reino Unido, mas não da Inglaterra… estas coisas sempre me deixam confusa!). Essas e outras sandices (não entendi o comentário maldoso… nada disso me parece uma sandice) fazem parte do ranking com as leis britânicas mais absurdas, divulgado pela emissora UKTV Gold.


Em primeiro lugar, para os 4.000 entrevistados pela rede, aparece a proibição de dar o último suspiro no Parlamento, com 27%
(eu acho esta muito compreensível… imagine um parlamentar, de armadura, morto no meio de uma sessão! Nada legal a cena). Colar um selo com a efígie de um monarca de cabeça para baixo, o que é considerado um “ato de traição”, aparece bem atrás, com 7% (o estranho não é em si a proibição, mas o fato de ser considerado uma traição), seguido de uma estranha determinação que permite que as mulheres trabalhem com os seios de fora, desde que sejam funcionárias de uma loja de peixes tropicais, em Liverpool (noroeste da Inglaterra). (hahahahahaha! Já postamos esta aqui, olha!)

 

Ainda no reino dos absurdos, também foi bem cotada a obrigação imposta aos escoceses de abrir a porta de sua casa para quem estiver apertado para ir ao banheiro (hahahahahahaha! Mas lá as pessoas não podem fazer xixi no capacete dos policiais? Ah, é só para grávidas esta regra, né?), assim como a permissão de matar um escocês na circunscrição da antiga cidade de York (norte da Inglaterra) (hein? Esta ficou muito complexa para a minha cabeça). Desde e somente se usar arco e flecha, que fique claro. (claríssimo!)


Menos citada, talvez, por sequer ter sido compreendida pela maioria dos entrevistados, aparece uma lei que declara “ilegal não dizer ao preceptor o que não se quer que ele saiba, mas sendo legal dizer o que não se incomoda que ele saiba”.
(Alguém traduz, por favor? Feijão?)

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