Feijão com Nutella
é tudo mentira!

Nomes são fontes fabulosas de inspiração

 

Um juiz da Nova Zelândia decidiu que os pais de uma menina de 9 anos deveriam mudar o nome da criança devido aos constrangimentos pelos quais ela estava passando (já vimos muitos casos como este por aqui, em que os pais surtam e querem nomes bizarros para os filhos… clique aqui, aqui, aqui, aqui ou aqui e confira). A jovem, chamada Talula Does The Hula From Havaí (Talula Dança a Hula do Havaí) (hahahaha! Ela venceu, ela venceu!!!! Ela ganhou de qualquer filho da Baby Consuelo do Brasil), supostamente tinha tanta vergonha de seu nome que se recusava a divulgá-lo para seus colegas de escola (por que vergonha? Ela deveria dizer o nome dela dançando… seria máster divertido. Aliás, é possível dizer esse nome sem dançar?? Eu ainda não consegui…).

 

De acordo com o juiz Robert Murfitt, o nome “fazia a criança de tola e representava para ela uma deficiência social, um obstáculo”. (nossa… que pesado! Deficiência social é tenso, não?)

 

Os pais de Talula estão separados e a criança atualmente se encontra sob a guarda do tribunal neo-zelandês até que ela receba um novo nome. (caraca! Eles a tiraram dos pais por causa do nome ridículo que eles deram? Mas por que demoraram 9 anos para ter esta atitude?)

 

O juiz Munfitt também expressou preocupação com outros nomes inusitados dados por pais neo-zelandeses, como Violence (um pacifista nato), Midnight Chardonnay (hum… vinho…) e Number 16 Bus Shelter (Ponto de Ônibus Número 16) (acho que ele foi concebido aí…), além dos gêmeos Benson e Hedges, em homenagem à marca homônima de cigarros. (bom, o pai morreu de câncer)

 

Ele relatou que, recentemente, lidou com o caso de uma criança que havia sido batizada com um nome baseado na linguagem usada em mensagens de texto de telefones celulares. (oi??? Como assim? E qual o nome? Conta, conta, contaaaaaaaaaaa!!!)

 

Murfitt contou que ter negociado com a mãe conseguiu que a jovem criança passasse a se chamar Oceania (ah, ta! Melhorou muito, viu? Agora ela tem nome do continente em que nasceu! Só fica ruim de jogar War com ela: conquistar a Oceania + 24 territórios a sua escolha…).

 

Em entrevista ao jornal New Zealand Herald, Brian Clarke, o titular do departamento neo-zelandês de Nascimentos, Óbitos e Casamentos, (por que eles juntam tudo isso no mesmo departamento?) lembrou que a lei do país impede que se batize crianças com nomes considerados ofensivos (este não é, no caso), que possuem mais de 100 caracteres (por aqui realmente não temos esta lei… vejam o caso desta cidadã cujo nome não vou reproduzir aqui, porque dá preguiça) ou que incluam pontuações, numerais e postos militares.

 

Entre os nomes rejeitados figuram Fish and Chips (Peixe e Batatinhas) (só quero as batatas, por favor), Yeah Detroit, Stallion, Twisty Poi, Kennan Got Lucy e Sex Fruit. (hahahahaha! Por que rejeitaram? São muito bons!!!)

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