Feijão com Nutella
é tudo mentira!

Mais nomes… (parte 3)

Erika La Tour Eiffel, 37, afirma ter se casado com a Torre Eiffel em uma cerimônia da qual participaram alguns de seus amigos. Por conta da união, a mulher que vive em São Francisco, nos EUA, inclusive mudou seu nome em cartório, diz a publicação britânica “Telegraph”, que não especificou a data do casamento (realmente só no Brasil é difícil mudar de nome…).

 

 

 

 

Erika, que já serviu exército (e???), diz também ter uma afeição especial pelo Muro de Berlim (ih… além de louca, defende a bigamia). “Eu não entendo como as pessoas podem trazer um objeto ao mundo, como se fosse uma criança, e não amá-lo” (é… eu também não! Me pergunto isso toda noite), disse. “Sou como o Muro de Berlim. Deteste-me, tente me destruir, mas estarei sempre lá, de pé.” (Na luta, companheira! Mas cuidado porque o muro caiu já faz tempo….)

 

Erika não está sozinha (claro que não! Ela está com o marido dela, o Sr. Torre, e o amante, o Murão). No final de maio, o “Telegraph” (onde eu consigo cópias deste incrível veículo de comunicação? Só publicam coisas importantes!!!!) divulgou a história de Eija-Riitta Berliner-Mauer, uma mulher de 54 anos que vive na Suécia e diz ter se casado com o Muro de Berlim (será que hoje ela é viúva?) há 29 anos.

 

As histórias de mulheres que se apaixonam por objetos foram exibidas em um documentário da TV britânica, na última semana. Em todo o mundo, há cerca de 40 pessoas que sofrem desse mesmo problema, todas mulheres.

Alguém quer casar com a estátua do Borba Gato? Cristo Redentor não vale… qualquer um casa com uma das 7 maravilhas do mundo! Ou então, nenhum homem quer se casar com a estátua da Eva, que está perto do Jockey Club  de São Paulo? (pode procurar, ela existe).

 

Jerry Brooker, psiquiatra que participou do programa, afirma que essas pessoas têm uma grande necessidade de controle. “Alguém que se apaixona por objetos pode controlar a relação da maneira como bem entender (depende! O Muro caiu e a esposa dele e a amante nada puderam fazer). Os objetos não vão abandoná-las. Isso é extremamente atraente para pessoas que se sentem muito solitárias”, explicou.

 

Não sei o que é pior: a paixão das pessoas ou essa explicação do Sr. Jerry Freud.

 

Fonte: Planeta Bizarro

 

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